BANCOS PERMANENTES |
A vida é uma escola. No entanto, parece que temos dificuldade em usar a memória a nosso favor. Parece que preferimos usá-la para guardar experiências amargas. Tomamos os caminhos já trilhados e os repetimos, mesmo que a memória nos diga que não são bons. Temos uma imensa capacidade de persistir no erro, como se o erro tivesse o poder de nos seduzir e controlar. Convivemos com pessoas das quais esperamos uma atitude ou uma palavra plena de virtude ou de sabedoria, o quem nem sempre acontece, apesar do tempo de vida que acumulam. E ainda nos surpreendemos que em algumas pessoas a raiva impere, mesmo que suas histórias mostrem os registros de arrependimento, que se repetem. A memória é para nos dar esperança, para que os bons momentos sejam mais fortes que os ruins, para que o convívio com os outros seja cultivado (e não recusado), para que o equilíbrio seja o ideal que se busque. Viver se aprende. Desde que façamos da vida uma escola em cujos bancos nos assentamos. Desejo-lhe um BOM DIA. Israel Belo de Azevedo |
01/02/10
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