Entendendo o papel do cristão na política da atualidade |
Romanos 13. 1 -7 e I Pedro 1. 13 – 17 “Entendo ser de comum aceitação, tanto para os cristãos como para a sociedade comum o seu papel em relação ao serviço social, através de atendimento às necessidades humanas pelo exercício da atividade filantrópica visando ajudar o próximo em suas necessidades básicas. A questão que gostaria de levantar é a seguinte: O que é melhor fazer, caridade, suprir necessidade aqui e ali ou desenvolver uma ação político-econômica eficaz capaz de atingir a raiz do problema diminuindo as desigualdades sociais? Na realidade, necessitamos tanto de serviços sociais quanto de uma ação social eficaz através de políticas públicas eficientes que respondam aos anseios e necessidades do povo da cidade, do estado e da nação. Acredito que a omissão do cristão diante de tais apelos sociais, nesse fundamental campo da esfera humana, que aguarda uma resposta justa, competente, e diante da certeza do respaldo bíblico para esse tão relevante assunto, foge completamente às declarações do Senhor Jesus Cristo como a que encontramos em Mateus 5. 13: “E não escutei a voz dos que me ensinavam, nem aos meus mestres inclinei o meu ouvido!” Hoje em dia como em nenhuma outra época, necessitamos de cristãos dispostos a pagarem o preço de ser sal da terra e luz do mundo e que atuem para preservar a sociedade da degeneração advinda de uma sociedade distante de Deus e dos valores de Seu Reino. Na verdade quando Jesus utilizou essa metáfora, estava propondo uma ação cristã disposta a conservar valores e não incentivar uma omissão que somente contribui com a degeneração, já percebida diante de nós, em que a sociedade desliza acintosamente ladeira-abaixo. É preciso entender também que, para poder se exercer sua propriedade conservante, o sal precisa ser esfregado na carne a fim de impedir que ela entre em processo de decomposição. Semelhantemente, nós cristãos, precisamos urgentemente estar em contato com a sociedade no sentido mais amplo possível e em várias camadas para ações que visem impedir o processo de degeneração social. Para isso, o Senhor Jesus conta, com certeza, tão somente com Seus seguidores que, firmados nos valores da Sua Palavra, entraram nas fileiras daqueles que estão dispostos a serem “sal da terra e luz do mundo”. (Mt 5:13), daqueles cujas “portas do inferno não prevalecerão contra eles e que têm as chaves do reino” (Mt 16:18-19), e que exercem sua autoridade de conquista na terra tornando essa sociedade uma sociedade ideal.” (Ap. Marcel Alexandre - Ministério Internacional da Restauração – Manaus/AM) Há poucos dias, estavam planejando fazer da praça onde está localizado o templo da Videira, um arraial de festa junina. Nós não fomos consultados, simplesmente decidiram e pronto. Mas aí entendemos a necessidade de termos representantes em todas as esferas da sociedade. Conseguimos através de um discípulo agendar uma reunião com o secretário e organizadores. Deus nos deu sabedoria, fizemos as nossas ponderações e fomos ouvidos. Mas a pergunta é a seguinte: Será que nós conseguiríamos agendar uma reunião se não tivéssemos um representante no legislativo municipal? Ou, será que ficaríamos tentando o tempo todo até chegar à data e termos que passar os dissabores de ver a frente e o lado do templo virar um “arraiá”? Quero dizer que precisamos de alguém que represente dignamente o povo de Deus. Um crente por pior que ele seja não vota em leis tipo a que está tramitando no congresso sobre a legalização do que a Bíblia chama de perversão em Romanos 1. 20 a 28. Não vota em lei que proíbem o uso de SOM na Igreja, etc. Enquanto o próprio diabo estava colocando na cabeça de pessoas honestas que a política é dele, nós estávamos apenas assistindo o desmando. Este ano use o seu direito como um dever. Vote em pessoas que tenham compromisso de exercer um mandato que honre o nome do Senhor Jesus. Política não é do diabo. É antes, uma ferramenta para que a justiça, a ordem e progresso possam ser evidenciados. Graça e Paz, Pr. Esmael Queiroz de Oliveira |
02/06/08
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